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quarta-feira, janeiro 07, 2015

Sexo: 6 tratamentos para libido

Cerca de 43% de todas as mulheres no mundo lutam contra alguma forma de disfunção sexual feminina – que é causada por medicamentos, condições pré-existentes, ou Transtorno de Desejo Sexual (nome clínico para uma falta de interesse crônica em sexo) que causa sofrimento pessoal ou nos relacionamentos. A notícia animadora é que existem alguns tratamentos naturais que podem proporcionar alívio. Mas o primeiro passo para resolver problemas sexuais é conversar com o seu médico, não importa quão constrangedora a conversa possa ser. “Esse problema é incrivelmente comum”, garante Leah Millheiser, professora de ginecologia e obstetrícia na Universidade de Stanford. “Converse com o seu médico, ou peça para ele encaminhá-la para alguém que possa ajudar.” Enquanto isso, aqui vai uma lista criada pelo site Prevention com tratamentos atuais que você pode começar a fazer agora mesmo, olha só.

1. Meditação
Apenas um outro item para a longa lista de benefícios obtidos através da meditação: Um estudo da Universidade de British Columbia acompanhou 117 mulheres por meio de quatro sessões de terapia de 90 minutos baseada em meditação de foco, uma técnica de meditação que enfatiza a total atenção às sensações corporais no momento presente. Nos seis meses de acompanhamento, o tratamento tinha melhorado significativamente o desejo, a excitação, a lubrificação e diminuiu tanto a angústia relacionada ao sexo quanto os sintomas depressivos.

2. Dhea
Abreviação de dehidroepiandrosterona, esse neurotransmissor é necessário para a produção de testosterona, o hormônio que pode acelerar o impulso sexual. Uma pesquisa de homens e mulheres na pós-menopausa com transtorno de desejos sexuais constatou que a suplementação de DHEA elevou a função sexual em mulheres em comparação a um placebo. Curiosamente, o tratamento não foi tão eficaz para os homens.


3. Acupuntura
Uma pesquisa publicada no Jornal de Medicina Alternativa Complementar descobriu que as pequenas agulhas também podem ajudar mulheres que não se interessam muito por sexo. De acordo com o trabalho, cujas participantes tinham problemas com o sexo e usavam antidepressivos, elas apresentam melhoras na libido e lubrificação após 12 semanas consecutivas de tratamento de acupuntura.

4. Testosterona
Esta terapia hormonal talvez seja o mais controverso dos tratamentos, provavelmente porque não é aprovado (pela federação que regula os remédios e tratamentos) para tratar a baixa libido nas mulheres. Mas muitos médicos proporcionam o tratamento de qualquer maneira, porque um certo número de estudos demonstraram que ele é seguro e eficaz. Uma pesquisa alerta, entretanto, que ele pode aumentar o risco de câncer de mama e problemas cardíacos. Ainda assim, esse problema pode ser uma fonte de grande angústia no relacionamento e muitas mulheres estão dispostas a assumir riscos maiores para ter uma chance de recuperação. Os efeitos secundários da ingestão de testosterona geralmente incluem o aumento de pêlos no corpo e acne.


5.Yoga
Um estudo publicado no Journal of Sexual Medicine descobriu que, após 12 semanas de yoga, as mulheres reportaram um aumento da satisfação, do desejo, da excitação, do orgasmo e uma diminuição da dor.

6.Viagra
É sério! As mulheres também podem tirar proveito da pequena pílula azul. Embora não tenha melhorado a função sexual em geral para as mulheres num estudo feito em 1999, ele mostrou mais recentemente ser uma esperança para mulheres cuja disfunção sexual está relacionada com a ingestão de antidepressivos. Ainda assim, os dados sobre essa opção são escassos.

terça-feira, setembro 23, 2014

Como Funciona o Mecanismo de Hidratação do Corpo - Baixa Umidade do ar e os Riscos para a Saúde

Estes Infográficos nos mostram a Importância da Água para o nosso organismo e quais os Riscos para a saúde causados pela baixa umidade do ar.
A série Infográficos do Farmacêutico Digital é fruto de pesquisas em mecanismos de busca sobre informações relacionadas à saúde.
Suas fontes se encontram nas imagens. Caso não estejam expressas nas próprias imagens farei o possível para encontrá-las e citar sua fonte.




Consumo global de antibióticos aumentou de 2000 a 2010


O consumo de antibióticos é um dos principais motores da resistência bacteriana a essas drogas. Variações na resistência a antibióticos entre os países são atribuíveis, em parte, a diferentes volumes e padrões de consumo de antibióticos.
Um recente artigo publicado na revista médica The Lancet Infectious Diseases procurou avaliar as variações do consumo de antibióticos para auxiliar o monitoramento do surgimento de resistência e desenvolvimento de políticas de uso racional de antibióticos. Para tal, foram utilizados dados de vendas de farmácias e uso em hospitais em 71 países.
Verificou-se que entre 2000 e 2010 o consumo de antibióticos aumentou 36% (de 54 083 964 813 unidades padrão para 73 620 748 816 unidades-padrão). Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul foram responsáveis por 76% desse aumento. Na maioria dos países, o consumo de antibióticos variou significativamente com a estação do ano. Houve aumento do consumo de carbapenêmicos(45%) e polimixinas (13%), duas classes de último recurso.
Os autores do estudo, de diversas instituições internacionais, acreditam que o aumento do consumo de antibióticos levanta sérias preocupações para a saúde pública. Deve ser incentivado o uso adequado de antibióticos em países em desenvolvimento. No entanto, para evitar um aumento marcante na resistência e para preservar a eficácia do antibiótico em todo o mundo, programas que promovem o uso racional através de esforços coordenados pela comunidade internacional devem ser uma prioridade.
The Lancet Infectious Diseases, Volume 14, Issue 8 , Pages 742-750, ago 2014.
Autor: boasaude.com.br
Fonte: boasaude.com.br